Marketing de Conteúdo
Pude assistir digitalmente a uma apresentação da Luisa Barwinski, especialista em conteúdo para web, editora do blog Social 41 e colunista do Ideia de Marketing. Julguei que alguns aspectos mereceriam ser compartilhados para aqueles que nem sempre acompanham o assunto, embora reconheçam à sua enorme importância.
O Marketing de conteúdo fica mais fácil de ser identificado, quando a marca assume o papel que um dia foi exclusivo da mídia “republicada”, mas que agora começa a ter que produzir seu próprio conteúdo, seja ele institucional ou relativo a benefícios de produtos-serviços em seus usos. Mas importante, visando sempre prestar serviços acima de tudo: que sejam assuntos relacionados com a marca.
É a marca falando expansivamente para o seu público (e para o seu “ainda” não público).
Lembrando sempre que o objetivo do conteúdo é, primeiramente, gerar engajamento com a marca. E ai a gente percebe as variações que proporcionam estes relacionamentos: – através do acesso aos canais digitais, – estabelecendo um cadastro – interagindo com a postagem – compartilhando o conteúdo – ou “consumindo” o produto / serviço.
Produção e Critérios
Em relação a produção, a melhor estratégia sempre é unir a produção de conteúdo próprio com boa pesquisa, quando se divulga conteúdo de outras fontes. Sem cometer o erro de apenas “reproduzir” conteúdos existentes, o que transformaria a marca apenas em uma “divulgadora” de terceiros, sem suas raízes.
É importante ter em mente que a produção do conteúdo próprio, permite um maior controle sobre o uso de palavras-chave, que podem ajudar (ou aumentar) a personalidade da marca e/ou serviços para buscadores. Sem contar que, conhecer a história da empresa, ajuda a criar outros (novos) conteúdos de acordo com o posicionamento da marca
que se “solta” no ambiente web, fazendo com que ela vire referência em alguns aspectos ou assuntos.
Cauda longa
Uma das estratégias de marketing de conteúdo é o princípio de pareto – ou cauda longa (uma ferramenta muito usada por nós aqui na Planners, que de fato é muito importante) em que a marca sai do “mercado de massa” e investe em conteúdo para nichos menores, facilitando encontrar desdobramentos infinitos e viáveis dentro de um tema maior.
Pesquisa e Conhecimento
Então, para ter um conteúdo relevante e replicável, é fundamental conhecer o “leitor”- consumidor,
entender como ele se comporta e o que ele procura exatamente. Para isso, há técnicas como construção de personas e cenários (outra prática que usamos em muitos de nossos planejamentos), que ajudam a dar uma melhor dimensão de quem se atinge e de quem se espera atingir com o conteúdo próprio produzido (e até com o reproduzido, se for o caso).
Boa prática
Um exemplo bem utilizado, que serve para qualquer segmento, recomendável conhecer, está no site do Mundo Verde,
que é um loja de produtos naturais presente em vários lugares do Brasil. Mas, no site da empresa, não há apenas textos “promocionais”, com o objetivo de vender os seus produtos. Há uma verdadeira prestação de serviços sobre saúde e bem-estar, que é o perfil deles. Acessem o site e confiram o conteúdo próprio e muito bem direcionado, que agrega mais do que venda. Ganha fidelização.
É isso que entendi e gostei de ver.
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